Aprender a Dormir: O Segredo que Mudou a Minha Rotina

Há uma coisa que ninguém nos ensinou na escola, mas que devia ter sido uma disciplina obrigatória: aprender a dormir. Parece absurdo, eu sei, porque dormir é suposto ser “natural”. Mas se fosse assim tão simples, não andaria metade de nós a viver com olheiras permanentes, humor instável e aquela névoa mental que nos acompanha como um mau filtro do Instagram.

E confesso-vos: durante anos, fui exatamente essa pessoa.

Mulher deitada na cama, tapada com um edredão branco, a dormir tranquilamente com expressão relaxada.
📑 Índice:


Quando a ansiedade decidiu mandar no meu sono

Lembro-me perfeitamente de uma fase em que a ansiedade parecia ter encontrado casa no meu peito. Não precisava de convite, entrava e fazia-se confortável. E claro, quem sofreu imediatamente? O sono.

Deitava-me cansada, mas a cabeça insistia em fazer listas de tudo o que podia correr mal, do que não fiz, do que devia ter feito e do que nem sequer dependia de mim. Acordava mais cansada do que quando me deitava, como se tivesse passado a noite a correr uma maratona emocional.

Foi aí que percebi: dormir não é simplesmente fechar os olhos. Dormir é uma competência. E como qualquer competência, aprende-se, treina-se, melhora-se.

E foi este tema que decidi aprofundar no meu novo vídeo do YouTube, onde explico, de forma simples e prática, porque é tão importante aprender a dormir e como isso transformou a minha rotina. Podem ver o vídeo diretamente no canal (e já agora, aproveitem para subscrever!).

Por que é que dormir mal muda tudo?

  • Há um lado curioso e quase assustador em tudo isto. Sabiam que:
  • Quando dormimos pouco, o cérebro entra em modo sobrevivência e aumenta a produção de hormonas associadas ao stress?
  • A privação de sono afeta a memória, a capacidade de decisão e até a criatividade?
  • Dormir pouco mexe com o apetite e leva-vos a fazer escolhas alimentares piores?
  • E mais: o vosso humor fica tão frágil que a mínima contrariedade deixa-vos prontos para explodir?

O corpo é inteligente, mas também é dramático. Se não dormirmos, ele entende que estamos em perigo e ativa todos os mecanismos de alerta possíveis. O resultado? Ficamos exaustos, irritadiços e com a sensação constante de viver em piloto automático.


Aprender a dormir: por onde começar?

Se também sentem que o vosso sono anda desalinhado, deixo-vos algumas coisas que fizeram a diferença no meu dia a dia:

Design gráfico com uma lista de dicas sobre como começar a aprender a dormir, incluindo criar uma rotina noturna, afastar ecrãs, controlar o ambiente e estabelecer um horário mínimo de sono.

1. Criar uma rotina noturna previsível

O corpo adora padrões. Quando repetimos os mesmos passos todas as noites, o cérebro entende a mensagem: “ok, está na altura de desligar”.

  • No meu caso, comecei a ter pequenos rituais:
  • arrumar ligeiramente o espaço
  • tomar um banho quente
  • beber um chá (camomila é a minha aliada)
  • diminuir luzes e ruído
  • usar a agenda para despejar os pensamentos do dia

Funciona como um “boa noite” ao meu sistema nervoso.


2. Afastar ecrãs mais cedo

Esta parte doeu-me, admito. Mas quando desligo o telemóvel pelo menos 45 minutos antes de dormir, durmo muito melhor. A luz azul é uma ladra profissional de melatonina, e nós deixamo-la roubar todos os dias.


3. Controlar o ambiente

A temperatura conta. O colchão conta. A almofada conta. Até o cheiro do quarto influência.

Eu adoro usar um difusor com lavanda, que ajuda a reduzir a ansiedade e acalma a respiração.


4. Estabelecer um “horário mínimo” de sono

Sei que a vida é caótica, mas comecei a encarar o meu horário de dormir como uma reunião importante: não se falha sem motivo grave.


5. Deixar de competir com o cansaço

Não adianta forçar o corpo quando ele já deu todos os sinais. Quando sinto que a energia acabou, respeito. A produtividade melhora, a mente clareia e o humor agradece.


✅ Podem também querer ler: Dormir Bem: O Segredo Para Uma Vida Melhor!


O que acontece quando finalmente dormimos bem

Dormir bem não é só uma questão de saúde. É uma questão de qualidade de vida.

Quando comecei a levar o sono a sério, reparei em coisas simples, quase mágicas:

  • a minha criatividade disparou
  • a ansiedade diminuiu significativamente
  • comecei a ter mais foco
  • a produtividade organizou-se naturalmente
  • sentia-me mais leve e presente

Ou seja: quando cuidamos do sono, tudo o resto encaixa melhor.


Como construir uma rotina de sono à prova de desculpas

Se querem uma sugestão prática, experimentem este “mini-guia”:

  • Definam uma hora fixa para desligar, e sim, é mesmo desligar.
  • Façam sempre os mesmos 3 a 5 passos antes de dormir.
  • Preparem o vosso “eu do dia seguinte” (roupa, agenda, prioridades).
  • Criem um ambiente que vos convide ao descanso.
  • Evitem refeições pesadas e cafeína ao final do dia.
  • Transformem o ritual num momento vosso, não numa obrigação.

Pode parecer simples, mas pequenas mudanças trazem resultados surpreendentes.


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Para terminar… o sono não é negociável

Se há coisa que aprendi é que dormir bem não é um privilégio, é uma base para tudo o que queremos construir: boas decisões, energia, motivação, equilíbrio, saúde mental.

Por isso, se sentem que o vosso corpo anda a pedir um descanso há demasiado tempo… ouçam-no. Ele sabe o que faz.


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2 Comentários

  1. 🌹Bonjour ☘️Teresa Isabel
    Je passe @vec plaisir sur ta belle page
    Le temps est☀️;☁ on verra bien de toute façon !!!
    Obligé de faire @vec
    J'espère que tu vas bien..super le weekend est déjà là
    Passe un @gréable vendredi ,prend bien soin de toi
    Gros bisous💋 ..-Shirley*💖

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  2. Obrigada pelas excelentes dicas, Teresa. Serão muito úteis.
    Abraços.

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